<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguedesporto.com] irmandadedogranel : <![CDATA[" Irmandade do Granel "]]></title>		<link>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com</link>		<description><![CDATA[" Irmandade do Granel "]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 16:44:48 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[O número de Ouro]]></title>			<description><![CDATA[<p>Na Antiguidade, de Pitágoras a Platão - nessa
Grécia já desaparecida - surgia uma regra, antes uma
forma de beleza incompreensível denominada de
ouro. Ainda, o número de ouro, o
rectângulo homónimo e a espiral do mesmo
nome. À partida, «a razão de ouro e o
rectângulo de ouro potenciavam o valor estético dos
monumentos e das esculturas» pelo qual se seguiram outras
formas demonstrativas da sua existência: matemática,
arquitectura, pensamento linear entre outras. Ora, é aqui
que começa realmente o fundamento desta crónica. E a
sua consequente relação com o futebol.</p>
<p> </p>
<p>Um campo de futebol, rectangular por sinal, concentra em si todo
um compêndio de situações e
revelações - por vezes bem além do
entendimento humano. Seja ele sensível ou
inteligível, se aí sim também quisermos
incluir a filosofia não apenas do jogo mas inerente e
intrínseca a ele.</p>
<p> </p>
<p>Por exemplo: os quatro princípios fundamentais do
desporto são: 1. A fidelidade e respeito pelas suas regras,
numa atitude madura e racional de obediência livre; 2.
Subordinação do individual ao colectivo em jogos de
grupo, exigindo simultaneamente aos seus praticantes a
máxima responsabilidade; 3. Uma atitude face ao outro com
base em vínculos de laços morais, porque «o
outro é um colaborador e um adversário»; - e
por fim - 4. O desporto exige um esforço de constante e
rigoroso aperfeiçoamento físico e muscular como base
de aperfeiçoamento da mente, uma vez que a ginástica
do corpo deve ser sempre acompanhada da ginástica do
intelecto. Nesta lógica, conciliando cada uma das fases e
qualquer jogo de futebol poderia ser perfeito, ou pelo menos, mais
próximo estaria da sua real designação. Dito
isto - pensado, e recordo as primeiras três jornadas da nossa
Irmandade na 4ª Superliga Masterfoot, aos Domingos.

Primeiro jogo: Uma estreia com uma derrota. Um começo
aquém do que havíamos realizado, pesa embora em
certos momentos tenha a nítida sensação de que
se não fosse a dilatação do resultado - fruto
duma maior eficácia ofensiva do adversário - e
poder-se-ia dizer que certos papéis se inverteram e
aí, uma certa confusão se gerou entre a dicotomia
equipa favorita versus equipa recém chegada e na expectativa
de uma surpresa.

Segundo jogo: Após a absorção da primeira
entrada em cena - com um pé dentro e outro fora, ambos
tremidos - uma amostra do valor colectivo enquanto equipa. Os
moldes da partida eram claros e desde cedo se percebeu como os
dados tinham sido lançados. Dois vencidos em busca da sua
primeira vitória. Duas equipas tão diferentes e com
futebóis equidistantes, que se encaixaram passado alguns
minutos de reconhecimento. E em que os grandes destaques foram
individuais. De um lado um avançado móvel e uma
defesa compacta, do outro - o nosso refiro - um guarda redes
hábil e generoso e um meio campo esforçado e
trabalhoso. Nesta conjectura seria difícil prever grandes
desníveis no resultado. Grandes fossos entre uma e outra
realidade. Regra de ouro: quem não marca sofre, ou
arrisca-se a, e muito esprimido o cansaço global e um golo
que acontece ao cair do pano, para infortúnio e infelicidade
de nós irmãos - apenas encorajados pela melhoria
substancial em termos de rendimento, em relação ao
jogo anterior.

Terceiro jogo: Velhos conhecidos da época anterior.
Irmandade a campeã em título da divisão
secundária versus uma equipa que havia conseguido um
lugar no pódio, consequência de uma
prestação coerente e de certo modo poderosa quando
assim se lhe exigiu. O primeiro pensamento era de vitória,
oxalá as pernas pensassem o mesmo. Um jogo na sua maioria
bem disputado, de parte a parte, mas em que nesta espiral dourada -
que é o futebol tanto na sua história como na sua
imprevisibilidade - permitiu-nos à terceira compensar erros
e esquecimentos patentes nos outros desafios. Houve eficácia
suficiente para que não houvessem dúvidas, houve uma
entrega quase estética desde o início que permitiu
encararmos cada minuto seguinte como um passo em frente em
relação ao instante antes; houve
transpiração e talento, revelações de
como o potencial não reside apenas num pé esquerdo ou
direito, mas igualmente importante, na visão de olhos
abertos em toda a sua latitude. E longitude. Sem retirar o
mérito do adversário (diga-se que foi de facto um
jogo muito interessante) é inequívoca a palestra
desportiva que a nossa Irmandade foi capaz de relativizar e
mostrar. Ganhámos 4 - 2.  

É para mim, nos pequenos pormenores que se revê toda e
qualquer magia que a invisibilidade do jogo teima em esconder. Seja
com a dureza de um lance ou com as picardias de quem pensa competir
ao mais alto nível. E neste contexto, como explicar o que um
sorriso de uma equipa feliz pode querer transmitir?

Tudo. A disponibilidade dos que ganham em matéria
táctica à técnica. Dos que pensam melhor a
corrida da bola mas sem ela, dos que estão no sítio
certo na hora apropriada, ou até dos que invisíveis,
são autênticas bases de uma conjectura que se completa
e complementa.</p>
<p> </p>
<p>Nada mais a acrescentar. Era disto que vos queria falar. Um
alongamento do que sucede sempre que somos convocados a permanecer.
No fundo, a imagem dispensa a sua justificação.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: right;">Um forte abraço,</p>
<p style="text-align: right;"> </p>
<p style="text-align: right;">T. Poeta</p>
]]></description>			<link>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/13858/O-numero-de-Ouro/</link>			<comments>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/O-n-mero-de-Ouro-09062008-154115-lp-13858.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/13858/O-numero-de-Ouro/</guid>			<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 15:41:15 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Afinal sempre foi possível]]></title>			<description><![CDATA[<p>Alegria e dever cumprido.

Estas as matrizes com que no passado domingo, 27 de Abril, aquando
da celebração do fim de campeonato e posterior
consagração da Irmandade do Granel,
dando sentido ao facto de mais um vez ter como pretexto o jogo
e o desporto em si entre todos os seus participantes.

Na suposição de mais um domingo de futebol ( à
parte da final da Taça Masterfoot) desta vez pelo nome de
"Jogo das Estrelas", devo dizer que não mais foi que uma
concentração dos que mais marcaram presença ao
longo dos últimos meses no CIF.</p>
<p>Por seu lado, o jogo demorou somente
uma parte em tom de exercício de descompressão - e
incompreensível como de um plano de espectáculo entre
duas equipas formadas por onze jogadores, se constatou a
presença de apenas 18 jovens amantes de futebol, de bola -
enfim.</p>
<p>Lamentando-se as ausências e
alguma da discrepância entre o que a
organização pretendia e o que realmente aconteceu,
fica no ar a imagem de que aqueles que mais se destacam não
serão certamente os que se servem dos apanágios da
moda neste mundo redondo: exs de chuteiras recentes, equipamentos
marcados de marcas sucessivas ou isto ou aquilo que em nada
engrandece no campo das ciências pseudológicas, mas
sim</p>
<p>- e o mais importante- a humilde exuberância de quem nesse
fim de semana sem nada a perder ou a ganhar quis marcar lugar nessa
espécie de reunião e convívio (des)conhecidos.
Como tanta vez.

Desde já, as minhas felicitações ao Ricardo,
ao André e ao "Pipoca" pelo trabalho desenvolvido e acima de
tudo, para que afinal sempre seja possível iludir a vida de
quem joga verdadeiramente por gosto. Até porque nesse
aspecto, há exemplos a seguir e com ele devemos todos
aprender.

Os meus parabéns também, e claro está,
à nossa - e um pouco minha - Irmandade pelo
título alcançado. Em jeito de catarse e simples
análise diria que a vitória final da nossa equipa
começou quando certos conflitos e desuniões deixaram
de existir. Aí sim, foi possível reaprender do zero
que as grandes equipas se fazem igualmente pelo espírito
incutido e mantido dentro e fora de campo.</p>
<p> </p>
<p>Em muito se deve isso a duas pessoas de grande carácter e
entrega que aproveito a oportunidade de poder referir: O Ruben e o
Manel.
E é por eles que começo: a experiência de um
"noutros campeonatos" a aliar à frontalidade do outro no que
à vida diz respeito, foram factores determinantes para que a
mensagem "Irmandade" tenha sabido manter-se e seja hoje uma
característica única em todos os seus
jogadores.

Prosseguindo com o Nélson e o Marchena, dois elementos de
uma grande sobriedade e persistência, respectivamente duas
vozes respeitadas e de de consciência formada, dão ao
grupo a clareza que por momentos pode encobrir uma equipa num
determinado momento de jogo. Com eles, a evidência não
se comenta uma vez que está descrita no seu desempenho
desportivo.

Ao Fred, ao Pedro e ao Paulo - os casos de maior referência
em termos de imprevisibilidade - a capacidade de serem capazes de
prolongar a seriedade e bravura num só aspecto de jogo:
Preserverança e lucidez. É certo que nem sempre as
componentes do próprio desafio correram como desejado, e no
fim tenha havido algum desconforto e falta de racionalidade nas
reflexões,
ainda assim</p>
<p>e apesar de certas adversidades, o empenho conjunto no objectivo
traçado e o propósito de o conseguir em muito
está marcado e com a relevância deles mesmos na
Irmandade.

Do Kiko, a minha surpresa e a minha satisfação. O
lado mais abrangente de leituras de jogo e processos rápidos
e inteligentes. Quiçá, a peça que faltava
para o completar de um grupo.

Por fim, o Luís. O ocupante da frente mais
avançada. O baú de todas as esperanças e
decisões, que a meu ver desmistificou o tipo de pessoa que
é - isto em termos de uma passagem menos feliz no campeonato
anterior. Sendo o melhor marcador da equipa, vice no campeonato e
uns outros apontamentos que o destacaram, revelou-se a
balança entre a calma e o repentismo em todas as suas
conjunções. Um elemento crucial naquilo que somos
enquanto formação pesa embora a sua
controvérsia suscite matéria de inúmeras
opiniões, concordantes ou não, positivas ou nem por
isso. Que continue o mesmo, nessa fidelidade que se lhe exige. A
ele, bem como a todos nós.

A verdade, e é essa que aqui testemunho, é que sem
excepção, todos os jogadores da Irmandade significam
a disponibilidade e a coragem de em contraponto com o estalar de
certas feridas que possam haver, o ambiente em torno das
reconciliações é do melhor que já
presenciei neste tipo de contexto. Asseguro até, que
é a melhor equipa de seres humanos com que já joguei.
Assim

resta rematar o meu obrigado e o meu muito obrigado. O merecer
é justíssimo.

PS ' - Ao Élio em terras de sua majestade, o nosso
abraço e a certeza que fica que este prémio é
teu. Pelo que foi dito e feito, por tudo. Ao Tanas, o meu profundo
apreço pelo que ajudou a construir um pedaço do que
finalmente haveríamos de validar.

PS '' - Um cumprimento especial às equipas presentes
na decisão final da Taça, BAC e Via
Láctea. Não tendo visto o jogo, penso que assentaria
bem a qualquer uma das equipas o "caneco" da vontade e do querer
sair vencedor, sabendo que nesse aspecto porventura foi a mais
feliz que o levou para casa.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: left;">PS ''' - Desejo que nesta
edição que se adivinha a compreensão e a
tolerãncia sejam pesos pesados e regentes da qualidade que
daí advier.
E para a equipa dos SAM's, a recompensada pelo tipo de futebol
coeso que ao longo dos últimos dois campeonatos tem sabido
mostrar. A meu ver, estaria mais que na na hora de jogarmos no
escalão principal. Espero bem que sim. Para que a 1ª
divisão seja sinal de <em>sina qua non</em> numa
condição mais competitiva. Força
rapazes.


Afinal, sempre foi possível percorrer todo o caminho
atrás do sonho. Valeu bem a pena, é tudo o que vos
prometo Irmandade. Até Domingo

Porque foi sempre assim, e é sempre um prazer.

Abraço</p>
<p style="text-align: right;">T.Poeta</p>
]]></description>			<link>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/12426/Afinal-sempre-foi-possivel/</link>			<comments>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/Afinal-sempre-foi-possivel-09052008-202650-lp-12426.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/12426/Afinal-sempre-foi-possivel/</guid>			<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:26:50 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Lição em silêncio]]></title>			<description><![CDATA[<p>Foi desta forma que (re)vi o momento em que acabara de terminar
o último jogo da Irmandade. E foi assim, igualmente, que um
pouco alastrado a todos se carregou uma derrota inesperada.</p>
<p> </p>
<p>Às vezes quando postos à prova - a derradeira - ou
falhamos por incapacidade ou rejeitamos por falta de fogo a
hipótese de sobrevalorizar o que cada um enquanto
indivíduo pode dar ou contribuir. No caso (da foto aqui
apresentada) penso que por nenhuma destas razões. Admito
até, que na simples serenidade da própria imagem
está apenas representada uma das mais puras
demonstrações de humanidade: O erro induzido que
conduziu ao falhanço absoluto. Poder-se-á chamar de
tristeza. De desalento. Quem sabe.</p>
<p>E não me refiro ao guarda-redes que quase defendia o
não-golo, ou ao defesa que em milésimos de segundo
cedeu ante o adversário. Muito menos aos lances colectivos
que embora trémules e escassos quase foram bem sucedidos.
Não é a ninguém que me refiro.</p>
<p> </p>
<p>É a mim próprio que digo: Um jogo perdido é
um estado de solidão individual.</p>
<p> </p>
<p>Mas se as vitórias alimentam a união e a
esperança, porque terá de haver um antagonismo
tão grande nos rostos rendidos de uma equipa?</p>
<p> </p>
<p>Isso é para mim o que consegue doer mais que as
vicissitudes inerentes ao jogo. Isso é em mim, uma
indesejada manifestação de impotência que
não será com certeza o que neste grupo se tem vindo a
desenvolver interina e ultimamente.

Para terminar, e porque os ideais que acredito permanecem vivos e
inalteráveis, quero acrescentar o seguinte: Para além
da bola parada entre braços caídos, há acima
de tudo uma lição que se expande do silêncio -
Na hora de se mostrar a nossa real identidade, de costas voltadas
só mesmo os algarismos da índole e as
inscrições do remetente que vê a carta chegar
ao seu destinatário.</p>
<p> </p>
<p>Fica uma convicção: As contas certas são as
que atravessam o período do seu cálculo certeiro.
É então na recta final que muitos se tornam
vencedores e merecedores do esforço continuado.

PS - Como que se de um livre directo se
tratasse, endereço a minha mensagem directa a todos
nós, e declaro esta minha reacção emocional
como apanágio para o que resta, querendo significar
unicamente que se o mundo pula e avança como bola colorida
nas mãos de uma criança, também o desejo da
consagração nos deverá motivar a todos e nos
manter firmes no trajecto que está por concretizar. Ao
alcance de pouco, muito pouco - silencio-me agora - para o muito
já depois de ontem, a inicar hoje com um abraço</p>
<p> </p>
<p style="text-align: right;">até ao amanhã.</p>
<p style="text-align: right;"> </p>
<p style="text-align: right;">T. Poeta</p>
]]></description>			<link>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/9889/Licao-em-silencio/</link>			<comments>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/Lic-o-em-silencio-25032008-060801-lp-9889.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/9889/Licao-em-silencio/</guid>			<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 06:08:01 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O meu tributo é para todos vocês]]></title>			<description><![CDATA[<p align="right">Amigos,

venho hoje aqui, a este nosso espaço dizer-vos: Obrigado.
Pelas conquistas e a face que se mostra quando assim acontece. Do
mesmo modo, pelos dias menos bons que reforçam a
própria amizade.

E o agradecimento, na sua essência justifica o facto de
se estar presente.
Felizmente, que
podemos continuar a unir-nos semanalmente como desde  o
primeiro instante, sempre com a mesma entrega que outrora já
nos motivou de orgulho.

Quero aproveitar igualmente a oportunidade, para vos felicitar a
todos o abraço "entre irmãos" no passado fim de
semana. Bem para lá da circunstância que o antecedeu,
fica-me a atitude partilhada e sentida por todos. E o mais
importante: o conceito Irmandade ficou provado. E comprovado,
espera-se, até ao fim do nosso grande objectivo.

Sem antes terminar, gostaria também de confessar a minha
disponibilidade para continuar a contar convosco e o mesmo de
vocês em relação a mim.

No meio de tantas coisas por este mundo fora, uma certeza vos
afirmo: Tenho muito prazer em fazer parte desta nossa
família. Com ou sem futebóis, acima de tudo cheia de
imensos momentos que vão valorizando cada um de nós,
hoje e sempre.

Termino com uma saudação sincera e um tributo a todos
vocês, que sem excepção, fazem tornar cada dia
a mais, uma realidade e um ganho merecido ao espaço-tempo
que atravessamos diariamente.

</p>
<p> </p>
<p>Até Breve
companheiros</p>
<p align="right">T. Poeta</p>
]]></description>			<link>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/6095/O-meu-tributo-e-para-todos-voces/</link>			<comments>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/O-meu-tributo-e-para-todos-voces-16012008-194205-lp-6095.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/6095/O-meu-tributo-e-para-todos-voces/</guid>			<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 19:42:05 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Humildade e Dedicação Para Atingir a Glória....]]></title>			<description><![CDATA[<p>Caros Amigos</p>
<p> </p>
<p>Sim.... Amigos é a palavra com que abro este artigo para
que todos saibam qual o sentimento que nos deve unir hoje e
sempre....E não só a num simples domingo....</p>
<p> </p>
<p>Começo então por expressar o meu descontentamento
pelos ultimos acontecimentos em volta da Liga em que participamos.
Perguntam vocês, pelas derrotas sucessivas?? NÃO
digo-vos eu .... Pelo ambiente trazido sem dúvida pelas
mesmas mas que não serve de pretexto para ninguém....
Isto porque o que nos leva ao domingo ao Restelo não
é so um grupo de jovens que querem dar uns chutos numa bola
mas é sim um grupo de AMIGOS que quer conviver da melhor
maneira fazendo e sentindo algo que todos gostam... a paixão
pelo desporto rei.</p>
<p> </p>
<p>Escrevo estas pequenas linhas só para desabafar , 
porque a verdadeira resposta a tudo isto é aquela que eu
vou,  e sei que iremos todos dar vencendo já no proximo
domingo e mostrar que de fracos, egoistas e tudo mais não
temos nada...</p>
<p> </p>
<p>Porque no meio disto tudo o que me motiva é que somos
AMIGOS.... </p>
<p> </p>
<p> Sem Mais</p>
<p> Ruben Silva</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/1437/Humildade-e-Dedicacao-Para-Atingir-a-Gloria/</link>			<comments>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/Humildade-e-Dedicac-o-Para-Atingir-a-Gl-ria-----01102007-221843-lp-1437.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://irmandadedogranel.bloguedesporto.com/1437/Humildade-e-Dedicacao-Para-Atingir-a-Gloria/</guid>			<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 22:18:43 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>