Agora, Sporting e
Porto.
O plantel portista é alargado e não menos qualitativo
que o anterior. Pesa embora as saídas de Pepe e
Anderson, os Dragões não têm menos talentos.
Menos operários. Menos garra nem menos virtuosismo.
Pepe, o defesa 40 milhões ( : S ) deixou a porta aberta a um
Pedro Emanuel regressado. Eleito capitão portista, tem muita
quilometragem nas andanças futebolísticas. É
de uma raça e esperteza que para Pepe perderia somente na
força, na rebeldia e na jovialidade. O brasileiro
está no patamar do poderá ser, o
português vive tranquilamente com o que é porque
já fui. Lembrado no Boavista, de créditos
firmados no Porto. Ponto.
Anderson, o prodígio e de quem tanto lhe lamenta a saída precoce para o futebol inglês, apenas sabe o que o rapaz fez empouco mais que um terço de uma temporada. Jogou pouco e bem, mas infelizmente para os da invicta, não foi por Anderson que o Porto foi campeão. É um jogador insubstituível? Em principio sim. Não haverá outro Anderson - nem no Porto nem noutro clube - mas a pensar desse modo não se esqueceriam Futres, Balakovs, Césares Britos ou os demais ilustres que Portugal acolheu anteriormente.
De outras paragens, chegaram Kazmierczak, Lino, Luis Aguiar...etc. E neste etc estão os que para Jesualdo são mesmo reforços: Bruno Alves, Lucho, Quaresma, Lisandro, Bosingwa e Fucile. De trás para a frente o império de Pinto da Costa é competitivo, veloz e tendencialmente matador. Se a espinha dorsal aprofundar maior correspondência nos sectores, quem sabe se a imaturidade dos caloiros não se sentirá menos...e mais escassamente tão estridente que foi a segunda volta nas Antas.
No norte do país, Harry Potter é uma saga que não acabou - como há dias vinha referenciado na televisão. Por quanto tempo?
T.A