GR
Fred Marchena Élio
Ruben Manel Pedro
Tiago
GR
Fred Marchena Élio
Ruben Manel Pedro
Tiago
Dia 16 do mês
corrente, entraremos de novo em acção na Liga Domingo
- Masterfoot.
Estaremos preparados? Suficientemente motivados? Depois de uma
pausa que se exigia, quais os objectivos e o destino traçado
para a Irmandade?
Em primeiro lugar, aquilo que de bom foi feito deve ser a premissa
da continuidade. Lembrar a cada momento de jogo o quão
capazes fomos de fazer do jogo um acto bonito em conjunto, como
equipa. A disponibilidade de cada um em prol do próximo. A
vontade de chegar à frente e decidir. Golo passe, remate,
uma jogada de princípio e fim. Não esquecer a
força que conseguimos colocar em campo em muitas das
batalhas anteriormente travadas. E muitas delas, com sucesso.
Depois, aprender com os erros. Fazer deles um passo em frente em
relação ao passado. Compreender as
circunstâncias inequívocas e inerentes ao jogo em si
mesmo. Dimensionar toda a capacidade crítica de todos
nós a favor de um denominador que sinto e penso ver em
todos: merecer a vitória. E alcançá-la no fim
de contas, com ou mais suor que seja, com ou mais
dedicação e esforço necessários. Com a
mesma entrega que caracteriza tão bem este grupo de homens
no prazer desportivo em geral, futebolístico em
particular.
É essencialmente com este pensamento com que revisto a
iminência de poder voltar a sorrir, gritar e correr ao
encontro da união estabelecida e que na hora de dizer
presente, estaremos unânimes a sorrie 3 pontos, e a viver a
felicidade de um balneário com o sentimento de dever
cumprido.
Para todos vós, benvindos.
PS - deixo em anexo a constituição da equipa que
considero ser justa para o jogo com os Tortugas. Parece-me
equilibrada, e embora para alguns possa parecer arrojado, considero
na minha opinião o grupo mais forte a jogar de
início.
Grande Abraço.
T.A
Paulo Bento.
O rosto do Sporting nova
temporada.
É dele a tarefa e o mérito de fazer um presente e um
futuro melhor do que o vivido com Ricardo, Tello, Nani e Caneira.
Destes, o que mais me custou ver partir, foi Caneira. O melhor e
mais completo jogador defensivo que ultimamente fez a ideia de
Franscisco Stromp ser um clube de topo europeu. Não pelo
golo monumental ao Inter para a Liga dos Campeões - que por
si só é um hino ao que espantoso o futebol pode dar.
Mas, porque foi Caneira um dos braços direitos de Paulo
Bento para que a equipa por ele liderada, fosse a menos batida da
época, recordista em menos golos sofridos por essa Europa
adiante. O Valência reclamou-o. Para o agarrar ao banco e
para desprazer de quem o valorizou, ou finalmente para assumir em
Espanha a preponderância que insistentemente não tem
tido... (a minha inconfidência vai para a primeira
hipótese. E não queria...).
Ricardo, Tello e Nani. Stjoikovic, Pedro Silva-Marian Had e Izmailov-Vukcevic. Embora o carisma dos transferidos tenha sido um rude golpe no leão, devo afirmar que o titular da seleção Nacional tem sucessor à altura. Dono entre os postes, terá de melhorar nas saídas e nas abordagens a lances de bola parada. Nas alturas, prevê-se um duelo...solitário.
O lateral que já jogou na Académica é igualmente ao chileno, um defesa atacante. Bom de toque de bola, denota um à vontade na hora de defender em que Tello pontualmente vacilava. Menos mal. Tal como Had, poderão ser alternativas viáveis, acaso Ronny não dê o salto esta temporada, ou Abel não continue de pedra e cal a jogar e fazer jogar a ala direita verde e branca.
O russo e o Montenegrino. Duas cartas do quase mesmo naipe para colmatar Nani. O mais recente Man United devil, que actualmente tem melhor início de temporada que o seu compatriota e nomeado número um do Mundo, Cristiano Ronaldo. A sorte, no jogo, é as duas mãos. Sem sombra nenhuma. De Izmailov a imagem de um golo-título. Do Montenegrino, vários pormenores de encher o regalo, fruto de um pé esquerdo evoluído e temível...a depender de um outro pé esquerdo igual. São duas caras novas, mas potencilamente serão das mais vistas ao longos desses 269 dias do desporto rei.
Polga, Tonel, Derlei, Liedson,
Djaló, Moutinho, Veloso, Romagnoli e Pereirinha. Os
suspeitos do costume, a começar pelo desafio de
alcançarem enquanto conjunto, a forma e elasticidade do
final de época notável de 06/07. A confirmar-se, e
haverá um Derlei novamente ninja, um Liedson que resolve,
Veloso e Moutinho a arranjarem soluções, Romagnoli a
dançar com a bola nos pés e a fazer circular o seu
jogo trabalhado e único e rápido, e Pereirinha e
Djaló a quererem a consagração de promessas a
confirmações. Em conjunto, repito, se a
máquina funcionar tudo o resto acaba por acontecer
naturalmente.
PS - Adrien Silva e Gladstone. O central é uma
fotocópia de Pepe. Não me interessa se valerá
40 ou 50...mil milhões de tostões. Importa sim que
joga tão bem como o presumível nacionalizado
luso-brasileiro (jogador que espera por convocação de
Scolari em Santiago Bernabéu). O médio defensivo,
é produto de uma academia paciente e fértil e que aos
18 anos faz Paulo Bento repensar o número de jogadores
leoninos, de 23 para 24. Notável. Tem polivalência e
humildade suficiente, é um futuro polignota no que ao meio
campo se confere. A defender, a atacar ou numa das alas interiores,
é uma promessa confirmada. Ganhará o seu
espaço.
T.A
Agora, Sporting e
Porto.
O plantel portista é alargado e não menos qualitativo
que o anterior. Pesa embora as saídas de Pepe e
Anderson, os Dragões não têm menos talentos.
Menos operários. Menos garra nem menos virtuosismo.
Pepe, o defesa 40 milhões ( : S ) deixou a porta aberta a um
Pedro Emanuel regressado. Eleito capitão portista, tem muita
quilometragem nas andanças futebolísticas. É
de uma raça e esperteza que para Pepe perderia somente na
força, na rebeldia e na jovialidade. O brasileiro
está no patamar do poderá ser, o
português vive tranquilamente com o que é porque
já fui. Lembrado no Boavista, de créditos
firmados no Porto. Ponto.
Anderson, o prodígio e de quem tanto lhe lamenta a saída precoce para o futebol inglês, apenas sabe o que o rapaz fez empouco mais que um terço de uma temporada. Jogou pouco e bem, mas infelizmente para os da invicta, não foi por Anderson que o Porto foi campeão. É um jogador insubstituível? Em principio sim. Não haverá outro Anderson - nem no Porto nem noutro clube - mas a pensar desse modo não se esqueceriam Futres, Balakovs, Césares Britos ou os demais ilustres que Portugal acolheu anteriormente.
De outras paragens, chegaram Kazmierczak, Lino, Luis Aguiar...etc. E neste etc estão os que para Jesualdo são mesmo reforços: Bruno Alves, Lucho, Quaresma, Lisandro, Bosingwa e Fucile. De trás para a frente o império de Pinto da Costa é competitivo, veloz e tendencialmente matador. Se a espinha dorsal aprofundar maior correspondência nos sectores, quem sabe se a imaturidade dos caloiros não se sentirá menos...e mais escassamente tão estridente que foi a segunda volta nas Antas.
No norte do país, Harry Potter é uma saga que não acabou - como há dias vinha referenciado na televisão. Por quanto tempo?
T.A
Frente ao Copenhaga, apesar do génio Rui Costa, foram destes dois jogadores algumas das melhores bofetadas na monótona e enfadonha noite de Champions. Ainda foi pouco mas parecem-me hábeis na construção do onze e na articulação que Fernando Santos pretende assimilar face às contingências. É exigível que ganhe, o mesmo que, a ponte não pode ruir...
T.A